sexta-feira, 29 de julho de 2011

E você o que faria

FICARIA DE PÉ? 

Havia um professor 
de filosofia que era um ateu convicto.
 
Sempre sua meta principal era tomar um semestre inteiro para provar que DEUS não 
existe. 

Os estudantes sempre tinham medo de argui-lo por causa da sua 
lógica impecável. 

Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria 
alguém que ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que o 
tentasse, nunca o venciam. 

No final de todo semestre, no último dia, 
fazia a mesma pergunta à sua classe de 300 alunos: 

- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé! 

Em 20 anos ninguém ousou levantar-se. 

Sabiam o que o professor faria em seguida. 
Diria : - Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que 
este giz caísse ao chão e se quebrasse.


Esta simples questão provaria que Ele existe, mas, não pode fazer isso! 
E todos  os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços. 

E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a DEMONSTRAÇÃO.

A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia não existir. Certamente, havia alguns 
cristãos mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé. 

Bem.... há alguns 
anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a fama daquele 
professor. O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestre orou todas 
as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o 
professor dissesse ou o que a classe  pensasse. Nada do que dissessem abalaria 
sua fé... ao menos era seu desejo. 

Finalmente o dia chegou. O professor disse: 
- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!

O professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da 
sala. 

O professor gritou: 
- Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre! 
E começou a erguer o braço, 
quando o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa, por uma das 
pernas da calça, correu sobre o sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou, 
sem se quebrar. 

O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz. 
Quando o giz parou de rolar levantou a cabeça... 
encarou o jovem e... saiu apressadamente da sala. 

O rapaz caminhou firmemente para a frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé 
em Jesus. 

Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de 
Deus por todos e sobre seu poder através de Jesus. 

Muitas vezes passamos por situações em que acreditamos que "nosso giz" vai quebrar, mas 
Deus, com sua infinita sabedoria e poder faz o contrário
 

visitantes

bom dia para você que esta visitando esse blog ou ja é visitante de outras vezes estamos aceitando 
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terça-feira, 26 de julho de 2011

Radier uma grande opção de substituição da fundação

Radier PDF Imprimir E-mail
Radier








São lajes tipo fundação para residências, edifícios e galpões.
De acordo com o solo, estas lajes protendidas podem ter 80m x 80m com espessura a partir de 0,10m, distribuindo as monocordoalhas engraxadas nas duas direções.


Esse tipo de cordoalha e seus acessórios requerem trabalho muito simples na obra, sendo (na maioria dos casos) as únicas armaduras necessárias. O sistema não utiliza injeção de pasta de cimento, o que contribui para a facilidade de execução.

Dada a simplicidade desse sistema em fundações tipo “RADIER”, nos Estados Unidos há um consumo de mais de 3,5 mil toneladas de cordoalhas engraxadas por semestre.

Economia:

- Redução de custos que chegam à 30%, em comparação aos outros sistemas de fundação
- Agilidade: Maior velocidade na execução
- Praticidade: redução na mão-de-obra

Satisfação:

- Posicionamento das paredes a critério do cliente
- Elimina escavação
- Elimina alvenaria de pedra
- Elimina baldrame
- Elimina cinta de concreto
- Elimina contrapiso


Veja algumas fotos de Radier:

Parcerias

boa tarde gostaria de convocar a todos os visitantes para me seguirem nesse blog gostaria de poder ajudá-los em muitas coisas  estou abrindo espaços para divulgação de serviços nesse blog e em outros sites da web desde venda de produtos ate prestação de serviços alem das dicas de informatica e construção civil e tutoriais e varios programas e filmes para baixar aguardem a se possivel cliquem em alguns dos anuncios que são de nossos parceiros e atraves desses cliques podem ajudar a divulgação assim futuramente pode ser o seu anuncio e participem da nossa pesquisa. 

sábado, 23 de julho de 2011

link do desafio biblico

http://www.orkut.com.br/Main#Application?uid=12208803164401470837&appId=486081566731
esse é o link do desafio bilbico do orkut legal 

nova geração de processadores AMD

Futura geração de APUs da AMD (Trinity) terá TDP 50% menor que o Fusion Llano

Revelado durante a Computex 2011, a futura geração de APUs da AMD baseada na arquitetura Bulldozer, codinome Trinity, não trará apenas uma grande evolução em termos de desempenho, conforme mencionou Rick Bergman, Vice Presidente Sênior e Gerente Geral da AMD. Além ser pelo menos 50% mais veloz que a atual linha Llano, a próxima geração do Fusion reduzirá o consumo de energia pela metade.
Durante a apresentação dos resultados financeiros aos investidores e jornalistas, Thomas Seifert, CEO interino da companhia, revelou que haverá modelos de APUs Trinity com TDP de 17,5W, 50% mais baixo do que o Fusion Llano de menor consumo atual do mercado, com 35W.
Desta forma, o executivo da AMD promete uma verdadeira revolução no mundo dos dispositivos portáteis, principalmente para os notebooks ultrafinos, uma vez que finalmente tal segmento contará com alto poder de desempenho.

(Rick Bergman, Vice Presidente Sênior e Gerente Geral da AMD durante a Computex 2011)
Para quem ainda não sabe, a geração Trinity será composta por processadores de 32nm baseados na arquitetura Bulldozer e chips gráficos DirectX 11 do tipo VLIW4 (como é o caso de algumas Radeons da série 6000).
De acordo com Seifert, o mapa de lançamentos está confirmado, ou seja, as primeiras APUs Trinity chegarão ao mercado em 2012.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

para os Cristãos


Boa noite uma palavra para os cristãos o que você tem feito para Deus e o que tem feito por seu irmão eu te pergunto
Enquanto muitos de nos evangélicos estão na igreja só pelos milagres ou só pela prosperidade ou pelos pastores o principal que é Jesus esta Em terceiro ou quarto plano na vida de muitos conheço varias historias de pessoas que estão na igreja, mas só estão preocupados em olhar para o que os irmãos estão vestindo ou o carro que o irmão tem não se importando com o principal que é Deus irmãos temos deixado de lado os. Mandamentos que o Senhor nos deixou: que é amar o teu deus sob todas as coisas e amar teu irmão como a ti mesmo bens materiais, prosperidade. Milagres satanás também os fazem alias ele sabe mais de nos do que nos mesmos ele conhece nossos pontos fracos como vaidade ganancia, luxúria Irmãos, não nos preocupemos com o que nossos irmãos estão vestindo ou o carro que eles tem preocupemo-nos com o bem estar de nossos irmãos se eles estão bem se precisam de alguma coisa que nos podemos ajuda-los mas não pense só em ajuda material na maioria das vezes as pessoas só precisam de alguém para conversar para desabafar para ouvi-las alguém que se importem com seus sentimentos muitos de nos acham que terão a salvação pelas obras mais saibam que na palavra diz que: não é pelas obras nem pelos mandamentos que sereis salvos mais sim pela graça de Deus então não percam tempo em tentar fazer o que agrada a deus o que realmente agrada a Deus é um coração puro que não seja egoísta não vá pra igreja só quando tem eventos ou só procurem Deus quando estão com alguma prova pois ele quer que nos o procuremos em todas as horas muito criticam espiritas, maçons, testemunhas de jeová mas eu digo que temos que olhar para o nosso próprio umbigo porque mesmo que não concordemos com suas escolhas nos temos que respeitá-los pois hoje em dia o que temos visto de obras sociais só se fala nessas religiões e nos cristãos o que temos feito pelo nosso próximo olha não gosto que falem mal de qualquer religião apesar de não concordar com muitas práticas temos que imitá-los e fazer a obra mas não só social quanto espiritual muitos podem me achar crente rebelde mas digo o que deus quer de nos é que amemos o nosso próximo independente de religião pratica ou opção sexual o verdadeiro cristão sabe lidar com as diferenças e que a verdade liberta. Mas não pelo falar e sim pelo ouvir a palavra de deus e que ao invés de criticar nos temos que orar interceder por todas as pessoas. Desculpem-me se falei alguma coisa que pode ter sido mal interpretada, mas o que realmente eu quero é que as pessoas olhem não pra mim mas através de mim e vejam Jesus que as pessoas enxerguem em mim um verdadeiro servo de Deus e possam se espelhar.

Windows, Mac ou Linux? Veja as vantagens e as falhas de cada um deles

dicas para começar a programar

placas de video


Western Digital lança primeiro HD de 1TB para notebooks finos

Disco tem 9,5 milímetros de espessura e é compatível com modelos mais finos de laptops

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Reprodução
WD Scorpion Blue
A Western Digital anunciou o lançamento do WD Scorpio Blue 1TB, primeiro HD de 2,5 polegadas com 1TB para notebooks, informa a Cnet.

Apesar de 1TB não ser a maior capacidade para HDs de 2,5 polegadas, todos os outros discos com igual ou maior espaço têm 12,5 milímetros de espessura e não são compatíveis com grande parte dos notebooks atuais.

De acordo com a Western Digital, o Scorpio Blue 1TB consome pouca energia e é resistente a quedas. A empresa afirma que, com ele, laptops poderão ter 1TB de armazenamento sem precisar partir para soluções externas.

O disco tem suporte ao padrão SATA 2 (3 Gbps) e foi feito para usar Windows 7, Windows Vista e Mac OS X 10.6 ou versões mais recentes.

O preço estimado para o Scorpio Blue 1TB é de US$ 139 dólares.

Pequenas e médias empresas: dicas para comprar equipamentos e serviços de TI

Fornecedores adequam soluções ao bolso e à necessidade de PMEs, mas é necessário cuidado no momento da negociação

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Reprodução
Carreira
Tatiana Americano

Hoje, as pequenas e médias empresas (PMEs) viraram o grande foco de atenção dos fornecedores de produtos e serviços de TI. Atraídos pelo potencial de compra desse perfil de companhia, fabricantes lançam uma série de soluções específicas para o setor e que, na maior parte dos casos, se diferenciam por um custo mais baixo e por uma menor complexidade de implementação e de administração.

Para Pedro Bicudo, sócio-diretor da consultoria TGT Consult, o interesse nas PMEs tem mudado as estratégias dos principais fornecedores de TI do mercado. “De fato, os preços estão mais competitivos e os produtos mais adequados para o perfil dessas empresas”, considera o especialista. O que, segundo ele, justifica um aumento de interesse das pequenas e médias por produtos e serviços de tecnologia.

Na mesma linha, o gerente de pesquisas e consultoria da IDC Brasil, Anderson Figueiredo, considera que esse é um excelente momento para as companhias com menos de 500 funcionários comprarem soluções de TI. O motivo, segundo ele, é que os fabricantes estão dispostos a negociar valores e condições melhores para conquistar esse perfil de empresa.

O cenário favorável já começa a refletir no próprio orçamento das PMEs. Um estudo mundial realizado KS&R, a pedido da IBM, no início de 2011, apontou que 81% das empresas brasileiras de pequeno e médio portes pretendem aumentar os orçamentos de TI neste ano. Um caminho que, na visão de Bicudo, vai aumentar a profissionalização dessas companhias, mas, por outro lado, exige delas uma série de cuidados na hora de comprar hardware, software e serviços.

A seguir, os especialistas, dão quatro dicas para pequenas e médias empresas adquirirem produtos e serviços de TI, tirando proveito do atual momento de mercado, com um número crescente de ofertas sob medida para companhias com até 500 funcionários:

Dica 1 – Atenção ao canal de venda da solução
Embora boa parte dos grandes fabricantes de TI tenha interesse em pequenas e médias empresas, a maioria deles não consegue atender esses clientes diretamente e, assim, delegam o trabalho de comercialização, implementação e suporte das soluções a canais de vendas indiretas, que podem ser revendas, integradores e consultorias.

“Assim, na hora de escolher uma solução, o pequeno e médio empresário não deve só analisar a qualidade do hardware ou do software. É necessário também verificar o canal que vai responder pela entrega, pois isso vai fazer toda diferença no projeto”, pontua Bicudo. “De preferência, pegue a mesma marca e analise diferentes canais locais que possam atendê-lo”, acrescenta.

Quanto aos itens que precisam ser analisados na hora da contratar um canal, é necessário entender se ele tem pessoas capacitadas para prestar os serviços relacionados à tecnologia. Para isso, vale a pena buscar também outros clientes que já foram atendidos pela companhia, com o intuito de confirmar se eles ficaram satisfeitos com a implementação e com o suporte.

Dica 2 – Analise alternativas em cloud computing
Os especialistas também aconselham que as companhias menores tirem proveito do crescimento das ofertas de hardware e software como serviço, a partir do conceito de cloud computing (computação em nuvem). “Nos próximos quatro anos, as soluções oferecidas nas nuvens públicas devem crescer cerca de 60% [ao ano] e o grande foco delas é o SMB (sigla em inglês para pequenas e médias empresas”, afirma o gerente da IDC.

Figueiredo considera que os serviços na nuvem são especialmente atraentes para as PMEs pelo fato de não exigirem um alto investimento em ativos (hardware e software).

Na mesma linha, o sócio-diretor da TGT Consult considera que as empresas não podem descartar a possibilidade de adquirir soluções em cloud. “Por isso, mesmo quando optar pela compra do hardware ou do software, fique atento para não se prender ao fornecedor por muito tempo, pois no futuro pode ser mais interessante trocar a solução pelo modelo na nuvem”, explica Bicudo.

Dica 3 – Faça um processo de licitação
A exemplo das grandes empresas, as pequenas e médias devem seguir todas as etapas para a compra de produtos e serviços de TI. Isso inclui analisar de forma cuidadosa todas as soluções oferecidas no mercado, estabelecer critérios detalhados do projeto e realizar um processo de concorrência entre os diversos fornecedores.

“É necessário ter muita calma no momento da negociação”, aconselha o especialista da IDC, ao citar que a fase de licitação vai determinar o sucesso futuro da implementação.

Dica 4 – Construa um ‘business case’
De forma geral, nas pequenas e médias empresas, as decisões de compra de produtos e serviços de TI precisam passar pela aprovação dos proprietários ou sócios das companhias. Assim, o departamento de tecnologia deve ter o máximo de argumentos possíveis na hora de justificar o projeto.

A boa notícia é que os próprios fabricantes de TI, cientes dessa situação, têm se preocupado em oferecer, junto com as soluções, um business case (estudo de viabilidade) dos projetos para PMEs. “Esses documentos ajudam a entender os benefícios práticos que serão obtidos com o uso de determinadas tecnologias”, detalha Bicudo. “Isso ajuda o próprio profissional de TI a vender, internamente, o projeto na empresa. O que é fundamental em pequenas e médias”, complementa Figueiredo.


Quer ser um profissional inovador? Descubra nove passos críticos para isso

Especialista fala quais são os pontos necessários para o sucesso de qualquer projeto inovador nas organizações

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Inovação
Há alguns anos, tem crescido a exigência para que pessoas e empresas sejam inovadoras, ou seja, para que desenvolvam produtos, processos e serviços totalmente novos e que tragam vantagens competitivas de mercado. Nos departamentos de TI, essa demanda fica ainda mais forte pelo fato de a tecnologia ser o principal pilar da inovação nas organizações.

Mas quais são os fatores críticos para ter sucesso em projetos inovadores? A seguir, o especialista no assunto Vijay Govindarajan, autor de diversos livros sobre o tema, mostra os nove fatores críticos para o sucesso de qualquer iniciativa inovadora:

1.    Crie uma justificativa convincente – Se as pessoas não tiverem a consciência da importância de implementar algo inovador, dificilmente a empresa priorizará os investimentos nesse tipo de iniciativa, em vez de destinar o dinheiro para atividades essenciais ao funcionamento da organização. “Assim, deve-se criar um projeto para justificar a inovação e é melhor que ele seja convincente”, pontua Govindarajan.

2.    Compartilhe uma visão de futuro – A maioria das empresas prevê o futuro com base no que aconteceu no passado. Mas isso nem sempre corresponde à realidade e, principalmente, não leva em conta as mudanças inesperadas que tendem a ocorrer. Assim, o ideial é não prever o futuro, mas desenvolver hipóteses sobre diferentes cenários para o prazo de 10 a 20 anos e que possam servir de cenário para os projetos inovadores.

3.    Tenha uma agenda de inovação totalmente alinhada – “Como o Gato de Chesire disse para a Alice [no filme Alice no País das Maravilhas]: Se você não sabe aonde está indo, qualquer estrada poderá chegar lá”. A inovação é uma jornada ao desconhecido e existem múltiplas possibilidades. Mas antes de começar um projeto inovador é essencial saber alguns pontos-chave: onde a minha empresa está agora e onde quer chegar no futuro? Existe uma cultura favorável ao risco na organização?

“Em minha experiência, a razão número um pela qual as iniciativas inovadoras falham é por conta de não perderem tempo para alinhar os investimentos em inovação aos objetivos da organização”, pontua o especialista.

4.    Envolva os principais executivos da organização – Qualquer projeto dentro das empresas depende de uma estratégia clara, baseada em métricas e com um modelo adequado de gestão. Mas quando se fala em algo inovador, a estratégia tende a ser confusa e os modelos de análise tradicionais de resultados tendem a não valer, já que trata-se de algo novo e que ainda não tem referências. Assim, a única forma de uma ação inovadora seguir adiante é quando alguém com poder de decisão na organização compra a ideia e trabalha para garantir todos os recursos necessários a ela.

5.    Encontre alguém que engaje as pessoas – O sucesso de qualquer iniciativa bem-sucedida depende da forma como as decisões são tomadas. Mas no caso de projetos inovadores, nem sempre os modelos convencionais, no qual o principal executivo dá o parecer final, funcionam. Para Govindarajan, é necessário estabelecer alguém, dentro da equipe, que terá a função – e, por consequência, precisa ter a capacidade para tal – de motivar as pessoas a se engajarem com o processo de inovação e incentivar uma tomada de decisões conjuntas.

6.    Estabeleça uma equipe multifuncional – Os melhores times têm três ingredientes: líderes de projeto que contribuem para a tomada de decisões e sirvam de mediadores dos conflitos; conhecimentos e capacidades relevantes dos integrantes; e uma diversidade de pessoas, com habilidades diferentes, mas que trabalhem bem de forma conjunta.

7.    Entenda os reais direcionadores da inovação – As mudanças organizacionais são motivadas por fatores de mercado: clientes, competição, órgãos reguladores e desenvolvimento científico e tecnológico. “Só ao explorar esses direcionadores de mudança as companhias começam a reconhecer o que deve ser relevante para seu futuro”, aconselha o especialista, citando que isso pode servir de base para construir ideias inovadoras.

8.    Assuma riscos – As pessoas só conseguem criar algo totalmente inovador quando elas deixam de pensar como os demais. Mas isso, no entanto, tem um preço: a necessidade de assumir o risco de fazer algo que ninguém fez e que, na maior parte das vezes, não é compreendido no primeiro momento e está sujeito a falhas. Vale destacar que, na maior parte dos casos, as pessoas precisam testar uma série de projetos até chegar a algo realmente novo e interessante.

9.    A inovação precisa ser o tempo todo estimulada – “Existem três elementos para que as ações inovadoras ocorram. O primeiro é criar um time dedicado ao tema. Segundo, deve-se criar um elo entre essa equipe e os profissionais que tocam o dia-a-dia, para analisar questões-chave para o negócio. E, terceiro, há a necessidade de avaliar a capacidade dos líderes de projeto para gerenciar as ações de forma contínua, não só para alcançar os resultados em curto prazo”, conclui Govindarajan.

Vaga de emprego: como redes sociais podem atrapalhá-lo no mercado de trabalho

Já existem empresas especializadas em oferecer o histórico de todas as ações na internet de pessoas que se candidatam a uma vaga

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redes sociais
Antes de contratar um funcionário, as empresas costumam fazer uma checagem de informações sobre ele, como buscar referências com antigos empregadores ou verificar antecedentes criminais. Mas com a disseminação das redes sociais, algumas organizações começam a analisar também o que os potenciais funcionários falam e como agem em ambientes como Facebook, LinkedIn, Orkut, Twitter, Flickr, blogs, listas de discussões, entre outros.

Nos Estados Unidos, foi criada, há cerca de um ano, uma empresa batizada de Social Intelligence. O serviço oferecido por ela é analisar tudo o que os candidatos a uma vaga de emprego falaram e fizeram nos últimos sete anos. A partir desse levantamento, a companhia entrega um dossiê à contratante, no qual busca compilar informações positivas, como destaques profissionais e trabalhos voluntários, assim como pontos negativos, como comentários racistas, referências a drogas, entre outros.

 “Nós não somos detetives”, afirmou o CEO da Social Intelligence, Max Drucker, em entrevista ao jornal norte-americano New York Times. “Tudo que nós reunimos é o que está disponível ao público na internet atualmente”, explicou.

O órgão que regula as relações de comércio nos Estados Unidos, a FTC (Federal Trade Comission), chegou a analisar o trabalho da Social Intelligence e emitiu um parecer dizendo que os serviços da companhia não ferem a legislação.

Para os profissionais, no entanto, o trabalho da empresa norte-americana representa um sinal de alerta, já que tudo o que é – e já foi – falado por eles nas redes sociais pode prejudicá-los no mercado de trabalho. E, de acordo com Drucker, têm crescido os exemplos de clientes seus que optam por não contratar pessoas depois de analisarem o perfil delas em ambientes como Facebook e Twitter.

O CEO da Social Intelligence cita o caso de um profissional que foi desqualificado para ocupar uma vaga de emprego por conta de um comentário no Facebook. Após realizar uma chamada para uma central de atendimento telefônico, ele escreveu em seu perfil na rede social: “Estou nos Estados Unidos. Eu não deveria ter de pressionar 1 para inglês”. Esta frase, à primeira vista inocente, fez com que o recrutador o desqualificasse para a vaga de emprego, por entender que indicava preconceito contra estrangeiros, o que não condizia com a cultura da companhia.

Esse monitoramento da vida online dos profissionais, no entanto, tem sido questionado por parte dos especialistas. O presidente da Eletronic Privacy Information Center –  entidade norte-americana que defende a privacidade e a liberdade de expressão na internet –, Marc S. Rotenberg, acredita que um candidato a uma vaga de emprego não deve ser avaliado pelo que ele faz em sua vida privada fora do ambiente de trabalho.

Na mesma linha, a consultora em recrutamento de executivos Ann Blinkhorn acredita que as empresas precisam analisar melhor a forma de monitoramento dos candidatos. Segundo ela, existe um excesso de informações sobre as pessoas na internet, mas nem tudo pode ser levado em conta na hora de contratar um profissional.